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Mudança de comportamento para a cultura DevOps

Numa altura em que o termo DevOps está aumentando a cada dia e chamando cada vez mais a atenção das empresas e de grandes players de mercado da industria, devido à redução do tempo de comercialização, melhor qualidade de produtos e maior receita, vemos a seguir alguns principios de como apresentar uma cultura DevOps e não focar unicamente no aspecto da automação.

Alguns dos principais pilares comuns de empresas com uma verdadeira visão de DevOps:

  • Pensamento em sistema: visão de ponta a ponta do sistema, desde a ideia de negócios até a implementação tecnológica, quebrando paradigmas de funções de desenvolvedores e ops.
  • Foco no fluxo: traduz as idéias empresariais para um serviço de trabalho de forma eficiente examinando o quão rápido os artefatos e o trabalho flui através do ciclo de vida do desenvolvimento.
  • Aumente a importância do feedback: aprenda rapidamente sobre o sistema, observando através de um feedback rápido sobre o que acontece com os resultados das mudanças por meio de homologações e testes constantes.
  • Melhoria contínua e constante aprendizado: Essa parte não é um clichê. Os times, do estagiário ao diretor devem aprender a constantemente se adaptar e entender que não existe um ponto final em uma entrega, e sim a consumação de todos os pontos anteriores que é uma atitude de melhoria contínua e colocação de loops constantes de feedback para um bom produto continuamente.

Exemplificando um conjunto de práticas e iniciativas que as organizações DevOps bem-sucedidas incorporam em sua maneira diária de trabalhar para alcançar os quatro pilares acima:

  1. Exclua a palavra “feito/entregue”, os serviços nunca são concluídos, eles estão continuamente em execução e devem ser atendidos de forma contínua
  2. Trate os requisitos operacionais como pontos de primeira classe para dar-lhes visibilidade de impacto à medida que passam pelo mesmo pipeline que os requisitos funcionais
  3. Visualize o fluxo de trabalho para que todos estejam conscientes do que está acontecendo em todo o lado e os pontos críticos se tornem visíveis. Todos, em todas as equipes sabem o que está acontecendo ? Duvido!
  4. Colaborativamente, mapeie o fluxo de valor para entender a imagem completa do sistema e destacar o desperdício de tempo e recursos.
  5. Transforme os fluxos de informação em fluxos de artefatos, reduzindo transferência de informações ambíguas e esclareça as interações necessárias entre as pessoas. De nada adianta dizer para um recém chegado no time: “se vira”, é para isso que existem lideres, para orientar.
  6. Combine dados relevantes em métricas significativas que proporcionem consciência situacional para diferentes partes interessadas na organização, especialmente para investidores de startups.
  7. Levar consciência de mudanças, correlacionando-as a métricas e apresentando-as em gráficos
  8. Mostre o valor dos times, transmita o mindset de consciência, faça com que todos se sintam parte do sistema geral
  9. Descentralize o controle e alinhe a responsabilidade com os desenvolvedores / suporte / infraestrutura / PO´s /etc, dos artefatos (por exemplo, Dev responsável pelo tempo de atividade de seu código, Ops responsável pelo tempo de atividade da plataforma, etc.)
  10. Execute mini-conferências internas onde todos possam alinhar o que está sendo feito, o que pode ser feito e se sentir capacitado para introduzir mudanças
  11. Verificações conjuntas implantação para cada serviço fornecido pelo time de desenvolvimento com a ajuda do time de operações e outros para evitar problemas lançados sobre a parede
  12. Pare o fluxo de trabalho (introduzindo mais mudanças) quando surgirem problemas e se concentre em encontrar a origem real do gargalo e conserte de maneira definita
  13. Garantir a transparência com o cliente, assumir quando as coisas dão errado, ou quando alguém não tem o conhecimento especifico no time

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